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quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia internacional da mulher, pela mulher
sábado, 24 de setembro de 2016
Hoje estou melhor que a cinco anos atrás, espero estar ainda melhor daqui a cinco anos
sábado, 30 de julho de 2016
Por Ford, na Educação não!
30/7/2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Tema ligado ao artigo do "Pq a gente acha as coisas engraçadas"
sábado, 9 de janeiro de 2016
A incongruência
Não não é a mesma coisa, eu já disse, sobre ter fé em mim, sem problemas, pois isso eu faço apesar das restrições que a especialização supera. Entende? Se eu tenho limite eu acredito que eu possa superá-lo por ser alguém capaz de especializar-me com prática, análise, estudos, orientações, pesquisas etc.
Porém quando precisa acreditar no que vejo, no que sei, no que percebo e na minha condição de indivíduo acima do comunitário e bem estar do outro... até arde quando tento acreditar em mim ao invés de no outro que me diz que estou errada, mesmo que argumente muito bem e eu saiba que não estou entrando em um processo ardido, como o de miragem, e parece que minha cabeça se expande em uma dúvida eu devo retomar a verdade, que não é mais a minha, com muito cuidado para não ofender o outro caso seja só um disparate meu, e é nesse momento em que meu corpo para no tempo e espaço enquanto deixa de existir, carbonizado e sem ar até convencer-me de que eu estava errada mesmo. Isso traz uma leve depressão, e como eu posso duvidar de pessoas tão idôneas, que mal elas podem me causar? Ou melhor, porque desejariam tal coisa? Isso é muito estranho.
Dessa maneira, geralmente tirou meu crédito de mim mesma e dou ao outro, minha realidade perde o sentido e quase me sinto grata por me ditarem a verdade, sinto-me mais segura com o ditador do que comigo mesma.
Isso tudo acontece ainda hoje, mas eu evolui, meus ditadores têm precisado mudar as estratégias que já eram receitinhas fáceis e quando repetem a estratégia, instintivamente consigo perceber uma incongruência na miragem e é como se a miragem fosse um holograma alimentado pelo calor físico da culpa, da minha culpa. É nesse instante que o Dejavu da técnica vem esclarecido como um misticismo, uma visão de um homem em uma cena trivial de faroeste, prestes a pegar a arma no codre, mas... não há uma arma de verdade, é uma arma metafísica.
Ver a incongruência tem se tornando possível devido ao fato de que passei a dar crédito a mim. Não é algo imediato, está mais perto da perturbação ou confusão religiosa de uma visão do desconhecido que de um insight da verdade. Eeu acordo e paro de fugir do ardor, e ainda assim não tenho me carbonizado, ou acabado carbonizada. Não cedo ao restante da miragem criada pelo outro devido à incongruência. Hoje, a incongruência na miragem é a pista para me ajudar a mudar de rumo, do processo de seguir o ditador. Eu credito a mim o poder de ser eu e ter a minha realidade e o questiono, mesmo que internamente.
A realidade de fato é a miragem, que é muito difícil de entender, para mim, já que o ditador não me fala suas intenções, o que acontece aqui entra na minha cabeça e me causa uma crise de ansiedade e eu não a superava, por ser mais fácil carbonizava-me em análise, pesquisa, orientações e o que pudesse, num processo contrário ao da aceitação da miragem e aceitação da realidade que eu conheço.
Aceitar a realidade é viver sozinho em um deserto que se localiza onde havia um ditador numa sala escura e quente e agora há apenas um fascista diante de você. É solitário e tragicômico acreditar em mim, não tem sido como conhecer a verdade e sim, tem sido reconhecer manipulações maldosas de pessoas em quem confio e a quem me dedico, tem sido lidar com a vontade do outro que não é a minha e a desfrutar da difícil tarefa de não fazer as coisas pelo outro só porque não me custa, pois custa sim, é uma via de mão única com pregos no asfalto e sem saída, apenas um continuar a fazer sem parar parar de ser uma boa menina
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
domingo, 8 de março de 2015
Queria ser David Bowie!
Eu aproveitei q estou virando a noite de insonia para mudar meus pensamentos sobre Smurfs e escrever sobre um fato que me atinge pessoalmente e profissionalmente de todas as maneiras, ofendendo e castrando desde a criatividade instintiva até a expectativa mais coerente sobre o fato das expectativas educacionais e literárias de nossa linda terra que é o Brasil.
Primeiro falarei do título, que mostra a minha primeira opção antes de Jhon Malcovich de ser outra pessoa além de mim. Há uma lista enorme depois. Mas de fato sei que não há portais e titireiros, mesmo que jhons kussaks da vida, que possam me fazer desejar ser Zibia Gasparetto ou Paulo Coelho, literáriamente falando. Nem mesmo jhon Green, com todo seu dinheiro pra marketing que faz essas magicas que um dia aprenderei.
Que seja. Quero ser Poe, Machado, Cruz e Souza... quero ser eu. Quero ser reconhecida, mqs tem o jeito certo e o motivo certo, um deles não é por escrever esses tipos de "best sellers", mas sei que como os outros não poderei viver, não vende. É. Não vendo. Sou almíscar.
Estou feliz e aprendendo que um dia posso ter como um reconhecimento até mesmo um dia da toalha, mas não serei a top entre as dez. Há quem pense que vai. Pois que seja, esclareça-se que este meio não é acessível, e muito menos com poesia. Verdade. Mesmo hoje, vendi mais "alterada" que "peripécias".
Há quem queira ter seus direitos disputados por editoras internacionais, mas... prefiro ser cinquenta mil tons do que mr grey. Eu quero dinheiro assim também... mas já são dezessete anos na mesma trilha e se eu não fosse autosuficiente, nunca imprimiria uma cópia.
Aguardo o povo me xingar e explicar o motivo de poesia nao vender e ainda ser o gênero mais produzido pelos aspirantes, e depois me dar a solução. Bjks.
Corrijo depois.







