Hoje retornamos e meu pai me levou de carro com meu irmão. O caminho foi aquela inquietação da Pérola, ela enjoou um pouco mas não vomitou.
Chegamos e ela fez todas as necessidades ao descer do carro... estava ansiosa, isso é normal. MAs a alegria em andar com meu irmão e meu pai foi imensa, parecia que ela pertencia a eles! Muito engraçado.
A blusinha que comprei era branca, além de estar grande e minha mãe ter de apertar, a Pérola passou todos esses dias tentando tirá-la, mas não só no sofá, ela também se arrastava pelas paredes e pelo chão, até mesmo na quadra da praça perto de casa. Postarei o vídeo do sofá e da respiração dela. Ela está muito melhor.
Eu a deixei com o colar elisabetanos, mas quando estava perto tirava, apra dar conforto à ela. Numa dessas vezes ela me enganou e lambeu o acesso da drenagem do pulmão, e ela sangrou um pouco, mas nada demais. ELa ficava como uma doida com aquilo, tentando subir escadas... dia 4 de maio meu marido saiu com ela e corru pna quadra, ela se divertiu persseguindo-o e correndo na maior velocidade que podia, mesmo contra meus protestos.
Na USP a veterinária não parou para atendê-la, pois estava em mais atendimentos, mas tiraram os pontos e limparam, mandaram continuar com a blusinha até 4f e aí pdoeremos banhá-la e tudo mais. Não vejo a hora disso acontecer, pois as minhas meninas estão brigando.
A Janis é pentelha e não deixa quieto se a Pérola está encrencando com um cachorro na rua ou tentando tirar a blusinha, aí ela vai morder e pentelhar a outra, as duas se revoltam, rosnam e se mordem sem se machucar... preciso de ajuda com este comportamento, além do fato dos gatos estarem restritos a um quarto... Não quero deixar a Pérola na garagem, ela tem que se adaptar para ficar dentro de casa.
Vou fazer um vídeo e mandar ao Dr Pet. Quem sabe, não é? Posto aqui tb, aí voces podem me ajduar a divulgar! ;)
Voltamos bem cansadas para casa e tudo correu bem. Ela está comendo muito e desesperada, está dificil de controlar as frações e acho que a Janis está tendo reações à ração que elas comem agora (a Janis teve problemas de adaptação e só pode com a Royal Canin, quase morreu aos 3 meses por tentar adaptar À dog chow), agora eu estou dando a Premiatta para a Pérola e ela come também... mas está com gases cheirando muito mal (fora do normal) e acho que teve secreção também... vou tentar separar a alimentação e se continuar a levarei ao veterinário.
Espero que elas se adaptem e fiquem saudáveis... amo-as e aos meus gatinhos, espero que todos possamos viver felizes e saudáveis!
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Pérola e a Ostra, Cirurgia na USP- Parte 2
Continuando a saga dessa linda história, eu fui pra casa e logo estava de volta para a USP, às 6:30 da manhã, pois meu marido entraria mais cedo no serviço. Ele me deixou lá e esperei até 8h30 para pegar a minha Pérola.
Ao entrar fui informada de que ela reagiu muito mal aos cuidados, naõ permitindo que ninguém se aproximasse para trocar o soro, medir a temperatura e tudo mais. Por isso o acesso à veia estava solto e ela tinha sangrado um pouco. Ela tentou morder todo mundo. Eu avisei, ela deveria ter ficado de focinheira, mas o pessoal a quem avisei era outro... mas ela naõ machucou ninguém, são "mordidas" de aviso, pois ela só segura, não aperta os dentes em nós. Mas isso assusta mesmo assim.
Passamos a manhã na sala de recuperação, retiraram os catéteres, os acesso, fizemos duas chapas e foi confirmado que naõ havia mais líquidos que atrapalhassem na recuperação. Agora eu só retronarieano dia 5 de maio para retirar os pontos. Como não sei se é só para isso, não faltarei, mas se fosse só para isso... poderia ir ao meu veterinário, né?
Ao me ver entrar na sala, da gaiola onde estava, já começou a se abanar e chorar, eu fiquei muito emocionada com a recepção dela. Sei que ela estava se sentindo abandonada, e que não devia ter certeza de que eu voltaria, imagina como se sentiu... queria só ficar no colo. Deu trabalho para tirar as chapas, fazer os curativos e tudo mais antes de liberar.
Liguei para o meu cunhado e ele foi me buscar, outro que está se recuperando de um acidente de moto, mas já está dirigindo. Ele levou duas horas para chegar e ainda pra voltar passariamos na farmacia do S. Sidney para comprar os remédios controlados que só encontrariamos lá, segundo a Dr Ayme. De lá passamos na pet e comprei a roupa de pós operatório e os remédios veterinários que faltavam.
Cheguei em casa as 18h. Foi um dia longo, quente e cansativo. A Pérola vem no carro inquieta, anda e vira, mas naõ de forma agitada, mas naõ fica deitada e nem sentada quieta, foi bastante difícil! Agora esperaremos a próxima consulta e estamos em recuperação!!!!
Ao entrar fui informada de que ela reagiu muito mal aos cuidados, naõ permitindo que ninguém se aproximasse para trocar o soro, medir a temperatura e tudo mais. Por isso o acesso à veia estava solto e ela tinha sangrado um pouco. Ela tentou morder todo mundo. Eu avisei, ela deveria ter ficado de focinheira, mas o pessoal a quem avisei era outro... mas ela naõ machucou ninguém, são "mordidas" de aviso, pois ela só segura, não aperta os dentes em nós. Mas isso assusta mesmo assim.
Passamos a manhã na sala de recuperação, retiraram os catéteres, os acesso, fizemos duas chapas e foi confirmado que naõ havia mais líquidos que atrapalhassem na recuperação. Agora eu só retronarieano dia 5 de maio para retirar os pontos. Como não sei se é só para isso, não faltarei, mas se fosse só para isso... poderia ir ao meu veterinário, né?
Ao me ver entrar na sala, da gaiola onde estava, já começou a se abanar e chorar, eu fiquei muito emocionada com a recepção dela. Sei que ela estava se sentindo abandonada, e que não devia ter certeza de que eu voltaria, imagina como se sentiu... queria só ficar no colo. Deu trabalho para tirar as chapas, fazer os curativos e tudo mais antes de liberar.
Liguei para o meu cunhado e ele foi me buscar, outro que está se recuperando de um acidente de moto, mas já está dirigindo. Ele levou duas horas para chegar e ainda pra voltar passariamos na farmacia do S. Sidney para comprar os remédios controlados que só encontrariamos lá, segundo a Dr Ayme. De lá passamos na pet e comprei a roupa de pós operatório e os remédios veterinários que faltavam.
Cheguei em casa as 18h. Foi um dia longo, quente e cansativo. A Pérola vem no carro inquieta, anda e vira, mas naõ de forma agitada, mas naõ fica deitada e nem sentada quieta, foi bastante difícil! Agora esperaremos a próxima consulta e estamos em recuperação!!!!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Pérola e a ostra, A cirurgia na USP - parte 1
Chegou o dia e a levamos de moto em seu transporte novamente, no dia 24/4/2014. Correu tudo bem no caminho, e chegamos às 6h30, estavam arcado Às 8h, mas o meu marido tinha que trabalhar. Ela só foi preparada realmente Às 8h50.
Gente, como meu coração estava apertado, passei esses dias todos ansiosa pela expectativa e possibilidade de complicações na operação. A Pérola ficou lá dentro até às 12h30, quando pude entrar para a sala de recuperação e ficar co mela. O dia estava frio e para estabilizar a temperatura corporal dos pacientes a sala estava muito quente.
A Pérola babava muito e estava com ânsia de vômito. As enfermeiras/estagiárias disseram que babar era normal e ignoraram a ânsia. A pobrezinha estava baqueada e não queria deitar, ela tinha um dreno no pulmão direito, que não inflou depois da cirurgia, e por isso passou a noite lá. Além do dreno no pulmão, havia o acesso com soro na pata esquerda e na orelha direita, e o catéter na uretra. Difícil foi preservá-los sem se enroscarem!
Aquele calor todo, ela babando, e não me reconhecendo, todo aquele cheiro de sangue e medicamentos... não deu outro resultado senão o de abaixar a minha pressão! Quase desmaiei! ME acudiram, um estagiária com a Pérola e um proprietário me apoiou para sentar. Tive que correr para o banheiro assim que pude andar, vomitei todo o salgado com refri do meu almoço.
Fiquei no corredor de espera até melhorar, e qual não foi a minha surpresa quando me informaram que ela havia vomitado?! Disseram-me "Tal proprietário, tal filha".
Por todo o tempo vinha gente e conversava, acharam que eu a deixara cair. Quando explicava que a adotara havia dois meses, não acreditavam na nossa sintonia, pois ela demonstra confiança em mim.
Passamos horas lá, ela deitava, levantava, se descobria, chorava, tentava pular e tudo muito sonolenta, mas já me reconhecia. Quando se cansou, deitou metade na maca e metade sobre mim e dormiu um bom tempo.
Quando chegava às 17h verificaram a vaga para a noite, e tentaram recolocar o cateter na uretra que ela tinha arrancado pisando em cima (eu fiz o meu melhor). Para conseguir recolocar foi difícil, ela avançou na dr Ayme, tiveram que costurar aquilo nela. Foi horrível. Deixá-la lá foi muito difícil para mim. Logo conto o dia seguinte, pessoal. Mas adianto que ela está bem! ^^
Gente, como meu coração estava apertado, passei esses dias todos ansiosa pela expectativa e possibilidade de complicações na operação. A Pérola ficou lá dentro até às 12h30, quando pude entrar para a sala de recuperação e ficar co mela. O dia estava frio e para estabilizar a temperatura corporal dos pacientes a sala estava muito quente.
A Pérola babava muito e estava com ânsia de vômito. As enfermeiras/estagiárias disseram que babar era normal e ignoraram a ânsia. A pobrezinha estava baqueada e não queria deitar, ela tinha um dreno no pulmão direito, que não inflou depois da cirurgia, e por isso passou a noite lá. Além do dreno no pulmão, havia o acesso com soro na pata esquerda e na orelha direita, e o catéter na uretra. Difícil foi preservá-los sem se enroscarem!
Aquele calor todo, ela babando, e não me reconhecendo, todo aquele cheiro de sangue e medicamentos... não deu outro resultado senão o de abaixar a minha pressão! Quase desmaiei! ME acudiram, um estagiária com a Pérola e um proprietário me apoiou para sentar. Tive que correr para o banheiro assim que pude andar, vomitei todo o salgado com refri do meu almoço.
Fiquei no corredor de espera até melhorar, e qual não foi a minha surpresa quando me informaram que ela havia vomitado?! Disseram-me "Tal proprietário, tal filha".
Por todo o tempo vinha gente e conversava, acharam que eu a deixara cair. Quando explicava que a adotara havia dois meses, não acreditavam na nossa sintonia, pois ela demonstra confiança em mim.
Passamos horas lá, ela deitava, levantava, se descobria, chorava, tentava pular e tudo muito sonolenta, mas já me reconhecia. Quando se cansou, deitou metade na maca e metade sobre mim e dormiu um bom tempo.
Quando chegava às 17h verificaram a vaga para a noite, e tentaram recolocar o cateter na uretra que ela tinha arrancado pisando em cima (eu fiz o meu melhor). Para conseguir recolocar foi difícil, ela avançou na dr Ayme, tiveram que costurar aquilo nela. Foi horrível. Deixá-la lá foi muito difícil para mim. Logo conto o dia seguinte, pessoal. Mas adianto que ela está bem! ^^
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Pérola e a ostra, a triagem e consulta na USP
Sinto-me envergonhada de ter que relatar certas coisas, mas estamos em um país difícil em questão de gentilezas e ainda mais relacionadas aos animais. Depois de muito tentar ajuda para levar a Pérola à USP, em um dia que eu pudesse e não atrapalhasse ninguém, decidi ir na 2ªf dia 7/4/14. No último minuto não consegui nem taxista para me levar!
Eu e meu marido fomos de moto, levando a cadelinha de forma perigosa e evitando a Marginal. Felizmente deu tudo certo e chegamos lá às 6h30, havia uma pequena fila e fomos as 6 a serem chamadas. Meu marido nos deixou lá e depois nos buscaria. A triagem serviria para marcar a consulta e na consulta teríamos retorno sobre a operação.
Ela se portou bem, mas só rosnava para os pit bulls e outros ainda maiores, talvez mais de nervoso que de briguenta. Ela sentiu muito frio, então ficamos abraçadinhas nos esquentando com o cobertor que eu levei para nós... kkk, e ela foi na casinha de transporte que temos, e para poder comer tive que colocá-la nele. Tomei um café pq não queria passar mal, estava enjoada de dormir pouco e por isso não tomei café em casa. Foi bem difícil comer lá também, visto que estava sem fome e ainda enjoada.
Passamos pela triagem de doenças e de cirurgia, e fomos apenas atendidas pela segunda, pois todos os casos são de cirurgia, desde o líquido do pulmão até a Hérnia diafragmática antiga. A veterinária viu os exames e logo encaminhou para a consulta no mesmo dia. Ainda bem que eu tinha o dinheiro. Só a consulta ficaria R$60,00.
Aguardamos um pouco para passar na consulta com uma veterinária japonesa de nome difícil e nenhum sotaque. Depois da operação conto para vocês, pois pego por escrito! :-p
A veterinária a pesou e ela está com 6,5kg, ela viu os exames e ouviu seu pulmão, pediu exame de sangue - retirado diretamente da jugular O_O - e tudo foi feito ali e rapidamente, com a consulta eu paguei R$145,00.
A operação é necessária e deve ser feita rapidamente, como já sabíamos, e agendaram-na para dia 24/4/14. Ela disse que é uma operação muito arriscada e que ainda pode ficar mais cara devido à necessidade de anestesia que pode ser diferenciada do que se esperava ali na consulta.
Eu quase chorei, ela tem risco de não voltar, ter hemorragia e nem quero pensar nisso...
Ela vai voltar bem e terá uma ótima vida ao nosso lado, se adaptará (assim como a Janis) e tudo se resolverá. Aiai... esse diário serve para mostrar tudo isso. Não é fácil adotar, não é fácil ser mãe de bicho... temos muito que resolver e assim a adoção deve ser consciente. Eu sabia que ia ser difícil, mas não sabia o que teria de acontecer e pensar que ela pode não aguentar me mata de dor.
Mandem pensamentos positivos, por favor, o próximo post será depois da operação e terá mais detalhes sobre a recuperação dela, com certeza!
Eu e meu marido fomos de moto, levando a cadelinha de forma perigosa e evitando a Marginal. Felizmente deu tudo certo e chegamos lá às 6h30, havia uma pequena fila e fomos as 6 a serem chamadas. Meu marido nos deixou lá e depois nos buscaria. A triagem serviria para marcar a consulta e na consulta teríamos retorno sobre a operação.
Ela se portou bem, mas só rosnava para os pit bulls e outros ainda maiores, talvez mais de nervoso que de briguenta. Ela sentiu muito frio, então ficamos abraçadinhas nos esquentando com o cobertor que eu levei para nós... kkk, e ela foi na casinha de transporte que temos, e para poder comer tive que colocá-la nele. Tomei um café pq não queria passar mal, estava enjoada de dormir pouco e por isso não tomei café em casa. Foi bem difícil comer lá também, visto que estava sem fome e ainda enjoada.
Passamos pela triagem de doenças e de cirurgia, e fomos apenas atendidas pela segunda, pois todos os casos são de cirurgia, desde o líquido do pulmão até a Hérnia diafragmática antiga. A veterinária viu os exames e logo encaminhou para a consulta no mesmo dia. Ainda bem que eu tinha o dinheiro. Só a consulta ficaria R$60,00.
Aguardamos um pouco para passar na consulta com uma veterinária japonesa de nome difícil e nenhum sotaque. Depois da operação conto para vocês, pois pego por escrito! :-p
A veterinária a pesou e ela está com 6,5kg, ela viu os exames e ouviu seu pulmão, pediu exame de sangue - retirado diretamente da jugular O_O - e tudo foi feito ali e rapidamente, com a consulta eu paguei R$145,00.
A operação é necessária e deve ser feita rapidamente, como já sabíamos, e agendaram-na para dia 24/4/14. Ela disse que é uma operação muito arriscada e que ainda pode ficar mais cara devido à necessidade de anestesia que pode ser diferenciada do que se esperava ali na consulta.
Eu quase chorei, ela tem risco de não voltar, ter hemorragia e nem quero pensar nisso...
Ela vai voltar bem e terá uma ótima vida ao nosso lado, se adaptará (assim como a Janis) e tudo se resolverá. Aiai... esse diário serve para mostrar tudo isso. Não é fácil adotar, não é fácil ser mãe de bicho... temos muito que resolver e assim a adoção deve ser consciente. Eu sabia que ia ser difícil, mas não sabia o que teria de acontecer e pensar que ela pode não aguentar me mata de dor.
Mandem pensamentos positivos, por favor, o próximo post será depois da operação e terá mais detalhes sobre a recuperação dela, com certeza!
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Pérola e a Ostra, a busca pela clínica particular

A minha Pérola está cada dia mais gordinha, quase não se vê mais os ossos de
sua costelas! Estou tão feliz por isso! Ela melhorou muito em relação ao seu
intestino e o remédio acabou. Não estou mais dando o enalapril.
Procurei contato com clínicas que tinham centros médicos e não encontrei nenhum
lugar que tenha o respirador necessário para a operação. Uma das opções seria a
Anhembi Morumbi, mas além de ter que passar pela triagem e depois pela consulta
ainda teria que pagar tudo e não tenho ideia de quanto. Liguei na USP, lugar
menos acessível para nós da ZL. Eles tem o centro cirúrgico e cobram também,
porém menos que a Anhembi e com maiores recomendações.
O centro cirúrgico deles está em obras, o que pode me deixar na mão, dependendo
do setor. De qualquer maneira eu posso ir na 2ªf dia 14/4. Meu marido
pediu para seu pai me levar, vamos estar lá as 06h30 da manhã, senha as 7h30 e
depois aguardar a triagem com a cadelinha lá, o tempo todo. Acho que vai ser
bem difícil para nós todos. Assim que terminar a triagem volto para casa e vou
trabalhar.
Os meus posts têm saído semanalmente devido a dificuldade que tenho tido em
parar para escrever. De qualquer maneira pensei em fazer uma página no
facebook... só não sei se terei tempo de administrá-la e se valerá a pena.
Ontem (hoje é 09/04/2014) ela tentou morder o André devido a ele tentar pegá-la
para colocar na parte que minha mãe reservou à ela. Ele não tem muita paciência
e pegou um pano e assim mesmo a levou. Eu tinha ido pegar a coleira para tentar
engana-la. O que realmente acontece agora é que ela não quer ficar lá sozinha,
mas minha mãe tem medo e eu entro em uma sinuca de bico. Ela está tão danada
que pula o portão, sorte que há outras barreiras para que ela não fuja. Vou
anexar fotos para que entendam.
Minha casa está quase pronta, acredito que em uma semana e meia a possa levar
para lá e os problemas serão novos. Ela não se dá bem com os gatos, os gatos
com ela e ela com a Janis. Vai ser uma longa adaptação.
Não tenho dinheiro, não tenho tempo, está difícil, mas o amore é maior que tudo
e pretendo que essa minha joia seja saudável e feliz como nunca foi, ou mais do
que já foi... A ostra pode ter lhe rejeitado, mas para mim é uma joia.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Pérola e a ostra, diagnóstico
No dia 27 de março meus pais acompanharam-na para fazer o raio-x solicitado pelo veterinário, com o objetivo de verificar quais eram os problemas respiratórios da Pérola. Como eu trabalho o dia todo de quinta, precisei e tive o doce auxílio de meus pais para tanto, foram duas chapas.
Voltamos para a consulta dia 29 de março, onde o médico observou a chapa e nos orientou, teremos que operá-la, mas precisaremos encontrar outra clínica, pois o tipo de anestesia e maquinário necessário não é comum em qualquer lugar.
Ela teve o dafragma rompido, tem líquido no tórax e o médico disse que provavelmente foi atropelamento, e temos que refazer o tecido pulmonar. Segundo ele a melhor opção é levá-la à USP, devido a toda a estrutura deles, e por isso terei que ligar e verificar a melhor forma de levá-la ao centro veterinário que fica muito longe de ondfe moramos, estamos na zona leste.
A Pérola está bem melhor, pelo menos uns 20%, e isso me deixa bastante animada. No dia do diagnóstico meu pai subiu na caminhada conosco, e a cadelinha ficou tão animada que não se continha, girando e rodando e correndo... mesmo que meu pai não lhe dê muita atenção devido aos seus horários.
Quanto à sua adaptação a rotina da casa de minha mãe, temos que dizer que naõ está 100% ainda, pois ela tentou morder minha mãe, visto que naõ queria ser retirada do sofá para dormir em sua casinha, e como eu e meu marido naõ estávamos em sua casa, ela teve que deixá-la lá, a contra gosto. De qualquer forma, se minha mãe a tenta pegar, ela acaba reagin do mal, assim como com meu marido, onde uma vez ela estava bem agitada e quase o mordeu por ele tewntar pegá-la.
Com a Janis ela tem seus momentos, e neles, tanto uma quanto a outra brincam ou se estranham, rosnando. A Janis parte para morder mesmo, e ambas tem uma postura dominadora que me deixa tensa. Sei que a Janis fica mais eufórica e desafiadorta na casa dos outros, o que agrava a situação apra a relação com a Pérola. Eu acredito que depois que formos para a casa nova tudo melhore. Será um desafio com os dois gatinhos.
Espero que tudo dê certo. Quero que tudo dê certo... hoje houve uma situação muito ruim, a qual não presenciei, mas um aluno colocouu ma cadelinha pequna, filhote ainda, para dentro da escola para levá-la para casa depois, com ajuda de uma professora que se compadeceu, pois os alunos vieram chutando-a na rua, com extrema maldade. Eu não sei o que dizer sobre a raça vira latra dos seres humanos, mas às vezes sinto vergonha de pertencer à ela, mesmo sendo diferente...
Voltamos para a consulta dia 29 de março, onde o médico observou a chapa e nos orientou, teremos que operá-la, mas precisaremos encontrar outra clínica, pois o tipo de anestesia e maquinário necessário não é comum em qualquer lugar.
Ela teve o dafragma rompido, tem líquido no tórax e o médico disse que provavelmente foi atropelamento, e temos que refazer o tecido pulmonar. Segundo ele a melhor opção é levá-la à USP, devido a toda a estrutura deles, e por isso terei que ligar e verificar a melhor forma de levá-la ao centro veterinário que fica muito longe de ondfe moramos, estamos na zona leste.
A Pérola está bem melhor, pelo menos uns 20%, e isso me deixa bastante animada. No dia do diagnóstico meu pai subiu na caminhada conosco, e a cadelinha ficou tão animada que não se continha, girando e rodando e correndo... mesmo que meu pai não lhe dê muita atenção devido aos seus horários.
Quanto à sua adaptação a rotina da casa de minha mãe, temos que dizer que naõ está 100% ainda, pois ela tentou morder minha mãe, visto que naõ queria ser retirada do sofá para dormir em sua casinha, e como eu e meu marido naõ estávamos em sua casa, ela teve que deixá-la lá, a contra gosto. De qualquer forma, se minha mãe a tenta pegar, ela acaba reagin do mal, assim como com meu marido, onde uma vez ela estava bem agitada e quase o mordeu por ele tewntar pegá-la.
Com a Janis ela tem seus momentos, e neles, tanto uma quanto a outra brincam ou se estranham, rosnando. A Janis parte para morder mesmo, e ambas tem uma postura dominadora que me deixa tensa. Sei que a Janis fica mais eufórica e desafiadorta na casa dos outros, o que agrava a situação apra a relação com a Pérola. Eu acredito que depois que formos para a casa nova tudo melhore. Será um desafio com os dois gatinhos.
Espero que tudo dê certo. Quero que tudo dê certo... hoje houve uma situação muito ruim, a qual não presenciei, mas um aluno colocouu ma cadelinha pequna, filhote ainda, para dentro da escola para levá-la para casa depois, com ajuda de uma professora que se compadeceu, pois os alunos vieram chutando-a na rua, com extrema maldade. Eu não sei o que dizer sobre a raça vira latra dos seres humanos, mas às vezes sinto vergonha de pertencer à ela, mesmo sendo diferente...
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Pérola e a ostra, descobrindo peculiaridades
Estamos ainda envolvidos na reforma da casa, o que faz a Pérola ficar em minha mãe enquanto o pedreiro não termina. Não queremos que ele a deixe escapar, não é? Pois bem, estamos em tratamento há mais de duas semanas com o enalapril, sábado passado (dia 22/3/14) estivemos no veterinário e ela estava sem febre e como ainda tem problemas com a diarreia, mantivemos a comida e estamos inserindo ração aos poucos na comida, para ver se ela fica bem, porém ela deseja comer ração e procura, pede e temos que cuidar para que ela não coma e faça mal.Quanto ao remédio, no próprio sábado o médico pediu para interromper e observar, deu-lhe analgésico e antibiótico na injeção e ela teve um ótimo fim de semana, com pouco esforço e muita companhia, assim como pouca dor. Ela está menos ofegante e se envolvendo mais com as outras cachorras. Cismou com a Honney, que não gosta muito da ideia e rosna para ela. A Janis e ela já brincaram e uma chama a outra para brincar, mas se eu estiver perto a Janis rosna e avança, por ciúme e eu não sei como resolver isso.
De qualquer forma, dei uma informação anteriormente, a de que a Pérola já reconhecia a casa nova, que está em construção. É pura mentira. Ela sentia o cheiro e ouvia a voz de meu marido. Ela é louca por ele e não arreda o pé daqui quando voltamos do veterinário se ele não for junto, ou a pegar no colo! Isso me intriga, já que ele ainda não pode tratá-la e só a via a noite na semana, por poucas horas.
Estar agitada, brincando, buscando parceria com as outras cadelinhas e colo conosco, seja eu, meu marido ou minha mãe, faz-me pensar que ela logo estará melhor em relação ao problemas do pulmão ou diafragma. Marcamos o raio-x para sábado que vem, e se for o diafragma terei que procurar uma clínica maior, pois meu veterinário não trabalha com a anestesia necessária. Não imagino o vaor que isso ficará. Eu também operarei logo, e será particular, então estamos passando por uma fase financeira complicada.
Mas, que fique claro que nunca deixarei de tratar meus queridos animais de estimação e integrantes da família com amor e prioridade. Ela será operada de um jeito ou de outro, e naõ terá que esperar, a não ser que tenha que ganhar peso para aguentar a operação. Ela ganhou algum peso, mas perde rápido quando fica com diarreia.A luta continua e a Pérola é a minha joia, rejeitada pela ostra, amada pela sua nova admiradora e mãe.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Pérola e a ostra, tratamento médico e adaptação
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| Pérola no sofá pela primeira vez |
Estamos pela terceira semana se iniciando no tratamento da Pérola. Estou muito preocupada com a situação dela, pois hoje (15/3/14) tivemos mais uma consulta e o médico veterinário disse que ela estava com febre e desconfia que o problema respiratório dela é com o diafragma rompido.
Vamos aguardar o medicamento que ele deu na injeção fazer efeito e se ela não melhorar até amanhã tomará outra, e segunda feira ele verificará se ela está em condições de fazer uma chapa para confirmar se é o diafragma ou não. Ele não opera e parece-me que esta é uma operação delicada ou feita por especialista.
![]() |
| Posando com o beicinho sexy, ela mostra os dentinhos!!! |
Para a adaptação com as outras cadelas da minha mãe estamos deixando as portas abertas e a Pérola está entrando aos poucos, de início ela evitava e ficava só na porta... agora ela entra até a sala. Ela está dormindo no corredor coberto que tem um quintal aberto no fundo, ela não pega vento ou chuva por ter sua casinha e estar sob um espaço coberto e pode pegar sol durante o dia enquanto ele brilha, ela gosta muito!
Nós mandamos ela para o banho e a moça disse que ela foi muito bem, sem problemas de rosnar ou medo excessivo, voltou cheirosa e com um laço no pescoço, que ela detestou!!!! Kkkkk. Tem os pelos muito macios, que estão caindo devido a alimentação, mas devido a febre eu não vou tentar introduzir ração ainda... :/
Meus pais viajaram e na noite do primeiro dia ficamos com ela aqui dentro, ela não aceita muito bem ficar perto das outras quando estamos comendo, é dominadora e disputa a comida, mesmo que não ofereçamos para nenhuma das cachorras, se uma outra chega perto dela de forma a cheirá-la ela rosna ou ameaça morder. Nesse dia a Sacha passou perto dela e por certo não a viu, já que é idosa e está com pouca visão e dificuldade em andar, deve ter trombado na Pérola e ela reagiu, só ouvi a velhinha gritando e fugindo... :/
![]() |
| Babi e Janis brincando |
![]() |
| Essa é a Honney, foi resgatada de uma laje |
Na hora de ir dormir coloquei-a na casinha fora da casa e ela chorou até as 3 da manhã, pois sabia que estávamos aqui dentro, dormimos na casa da minha mãe devido ao excesso de poeira da casa nova que não fica pronta devido a problemas do pedreiro que não é necessário comentar aqui. Acredito que a Pérola não fará necessidades dentro de casa, mas não posso me arriscar e por isso continua dormindo lá fora, enquanto não houver uma adaptação completa não as deixarei juntas sem supervisão. A Pérola é maior que todas e pode fazer um estrago em qualquer uma, assim como o contrário, pois a Honney se mostra muito dominadora perto dela, rodeando e ficando em sua frente de forma firme e ameaçadora.
Que seja, vou postar o vídeo dela ofegando e da Janis e a Babi brincando, espero que gostem! Por hoje ficamos por aqui, torcendo para que a pérola se cure e que tenha o melhor tratamento possível, de preferência o menos invasivo!
quarta-feira, 19 de março de 2014
Pérola e a ostra, a mudança para todos
Faz uma semana que mudamos, na data do pet não conseguimos chegar a tempo do
banho, mas fomos ao veterinário. Coloquei a Pérola em um transporte adequado e forrado e ela veio dentro da cabine do caminhão aos meus pés, junto ao pingo, em outro transporte.
Assim que chegamos fomos levá-la ao veterinário, eu e minha mãe, ela foi andando na coleira nova como uma dama, sem correr ou puxar, e obedecia aos comandos de parar e andar, e andava em nosso ritmo (beeeeem devagar kkkkkkkk). O veterinário tirou a temperatura e avaliou os pulmões, devido ao fato de percebermos que ela ofegava e tossia. Ele mandou dar só comida por uns dias para começar a introduzir a ração, e como não ouvia a passagem de ar no pulmão direito passou um medicamento para uma semana, com retorno no sábado, mas caso precisasse poderíamos ligar antes. Ele não cobrou a consulta devido a história da adoção e disse que antes de vacinar vamos tratar do pulmão.
Comprei o remédio e ela tem tomado duas vezes ao dia. Na segunda a levei novamente lá, pois estava sem querer comer e abatida, o veterinário tirou a temperatura e ela o tentou morder, eu a segurei bem e ele deu uma injeção de antibiótico e mandou voltar no dia seguinte, tudo feito a pé, mas agora ela já conhecia o caminho e não queria entrar no local. Ela melhorou muito e não precisou de mais antibióticos até o dia de hoje (9/3/14), seu intestino melhorou e voltamos ao veterinário ontem. Ela não queria entrar na sala, só no colo mesmo, e assim que ele liberou saiu de lá me puxando. Ela ainda tem líquido no pulmão e faremos mais uma semana de tratamento. Ela não deve fazer exercícios pesados.
Estamos 50% na casa nova e 50% na minha mãe, pois o pedreiro prometeu uma data para terminar e não o fez, tivemos que mudar e ele não tem banheiros e cozinha prontos, o pedreiro já deixou meus gatos fugirem e por medo de deixar a Pérola fugir a deixamos aqui na minha mãe. Ela tem mais três cadelinhas que são criadas como a Janis, dentro de casa. A Pérola está no corredor, com sua casinha,, a qual ela domina e ama agora, lá ela pega sol, não pega friagem e pode ficar sozinha sem se estressar, Às vezes as cachorrinhas vão ter com ela, ela entra para dar um role, mas por enquanto preferimos restringir o acesso para não haver possíveis brigas e ferimentos.
Como disse o veterinário, a Pérola é bem decidida e mantém a opinião fortemente, não deixa minha mãe pegá-la e temos medo que elas se machuquem disputando território. A Pérola odeia gatos e quase pegou a Gatinha, a que mora aqui com minha mãe. Teremos problemas na adaptação com os gatos na casa nova.
Espero poder deixar ela dentro de casa, vou procurar orientação de adestramento para que ela use o jornal como banheiro, e se possível para mediar as relações entre os bichos todos da minha casa. Caso não tenha jeito ela terá um espaço só para ela, sem o stress dos outros animais.
banho, mas fomos ao veterinário. Coloquei a Pérola em um transporte adequado e forrado e ela veio dentro da cabine do caminhão aos meus pés, junto ao pingo, em outro transporte.
Assim que chegamos fomos levá-la ao veterinário, eu e minha mãe, ela foi andando na coleira nova como uma dama, sem correr ou puxar, e obedecia aos comandos de parar e andar, e andava em nosso ritmo (beeeeem devagar kkkkkkkk). O veterinário tirou a temperatura e avaliou os pulmões, devido ao fato de percebermos que ela ofegava e tossia. Ele mandou dar só comida por uns dias para começar a introduzir a ração, e como não ouvia a passagem de ar no pulmão direito passou um medicamento para uma semana, com retorno no sábado, mas caso precisasse poderíamos ligar antes. Ele não cobrou a consulta devido a história da adoção e disse que antes de vacinar vamos tratar do pulmão.
Comprei o remédio e ela tem tomado duas vezes ao dia. Na segunda a levei novamente lá, pois estava sem querer comer e abatida, o veterinário tirou a temperatura e ela o tentou morder, eu a segurei bem e ele deu uma injeção de antibiótico e mandou voltar no dia seguinte, tudo feito a pé, mas agora ela já conhecia o caminho e não queria entrar no local. Ela melhorou muito e não precisou de mais antibióticos até o dia de hoje (9/3/14), seu intestino melhorou e voltamos ao veterinário ontem. Ela não queria entrar na sala, só no colo mesmo, e assim que ele liberou saiu de lá me puxando. Ela ainda tem líquido no pulmão e faremos mais uma semana de tratamento. Ela não deve fazer exercícios pesados.
Estamos 50% na casa nova e 50% na minha mãe, pois o pedreiro prometeu uma data para terminar e não o fez, tivemos que mudar e ele não tem banheiros e cozinha prontos, o pedreiro já deixou meus gatos fugirem e por medo de deixar a Pérola fugir a deixamos aqui na minha mãe. Ela tem mais três cadelinhas que são criadas como a Janis, dentro de casa. A Pérola está no corredor, com sua casinha,, a qual ela domina e ama agora, lá ela pega sol, não pega friagem e pode ficar sozinha sem se estressar, Às vezes as cachorrinhas vão ter com ela, ela entra para dar um role, mas por enquanto preferimos restringir o acesso para não haver possíveis brigas e ferimentos.
Como disse o veterinário, a Pérola é bem decidida e mantém a opinião fortemente, não deixa minha mãe pegá-la e temos medo que elas se machuquem disputando território. A Pérola odeia gatos e quase pegou a Gatinha, a que mora aqui com minha mãe. Teremos problemas na adaptação com os gatos na casa nova.
Espero poder deixar ela dentro de casa, vou procurar orientação de adestramento para que ela use o jornal como banheiro, e se possível para mediar as relações entre os bichos todos da minha casa. Caso não tenha jeito ela terá um espaço só para ela, sem o stress dos outros animais.
domingo, 16 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Pérola e a ostra, adaptação e os primeiros sinais
Esta foto eu acabei de tirar. A Pérola está mais próximo, espera abrir a porta, me acompanha, recebe carinho e sentou em meu colo hoje. Vocês não têm noção de quanto isso foi emocionante. De fato vê-la reagindo é reconfortante, mas ainda não a ouvi rosnar ou latir... Hoje ela tentou sair novamente, e não conseguindo, veio a mim para uns cafunés. Para eu poder sair de casa sem que ela fugisse coloquei a coleira nela para prender no corrimão da escada, ela deixou colocar e ajudar a coleira a entrar, caminhou comigo como se soubesse bem para que aquele acessório servisse!
Isso só me faz pensar que ela é mais velha do que acredito. Hoje passei na pet que consegui pegar aberta e comprei uma coleira do tamanho certo para ela e um vermicída. Ontem dei a ela dipirona, e hoje também, pois acho que está com dor, se não tiver algo quebrado. Já lhe dei, ela comeu o petisco com remédio como ninguém! Kkkkkk
Voltando ao tema da coleira, acho que ela já teve dono, e ainda que pode ter sido abandonada ou fugido, mas não farei questão de procurar saber. Ela agora é meu bebê.
Agendei o pet para sábado, e vamos ao veterinário também, depois que as coisas melhorarem no fluxo da mudança. Estou preocupada com a mudança, e em como a levarei para lá. Pensei em levá-la no caminhão, mas vamos verificar a melhor forma.
Acho que por hoje é só. Trago mais notícias dela pela semana, vou postar um texto a cada 4ª informando alguma novidade ou decorrendo sobre qualquer tema que eu ache necessário!
quarta-feira, 5 de março de 2014
Pérola e a ostra, inspiração para o nome
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| Milk e Pingo, respectivamente. |
dar o nome, e uma cadelinha de quase 2 aninhos da raça chihuahua pelo longo que eu sonhava em ter e me realizei comprando-a de um canil. Não me julguem, vamos falar sobre isso também! Eu a chamo de Janis em homenagem a cantora que tanto gosto. E quem conhece a Janis Joplin e sua carreira poderá dizer que a minha intenção seria chamar a Pérola de
Pois é, a Pérola não deveria ter outro nome, visto sua história, sua nova mãe e o valor que
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| Janis |
Fotografarei a região onde ela vivia. Este lugar eu vou chamar de ostra, pois foi lá que ela se inseriu e incomodou a ostra, de uma maneira física, transformando ela em um cão psicologicamente precioso, apesar de ter problemas de se relacionar com o homem, ela é dócil e carente.
Ela é valorosa para mim, e meu coração se apaixonou por ela como que coisa do destino, e eu consegui conquistar essa preciosidade de um lugar que não a desejava para um lugar onde ela será apreciada, cuidada como uma jóia antiga e
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| Janis Joplin, minha musa |
No primeiro dia ela não me deixou pegá-la no colo, mas aceitou carinho, fica sempre de cabeça baixa e rabo baixo, mas neste dia nem mesmo se deu ao trabalho de balança-lo, o que no dia seguinte aconteceu de forma espontânea. Ela está tentando fugir, é claro, tentou me morder quando tentei pega-la no colo, mas não foi agressiva, foi só um aviso de "mal te conheço".
Agendei para banha-la no sábado em um lugar de confiança, e de lá já passaremos no veterinário. Ela está muito magra, comeu bem ontem, e hj espero que também coma. Não aparenta ter doenças de pele, mas vamos deixar ela separada dos outros animais para que não os contamine caso tenha. Assim que estiver claro que ela pode conviver com os outros, ela estará junto a irmã adotiva dentro de casa!
Antes de ter facebook eu não me preocupava sobre a diferença de comprar e adotar, pois
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| O álbum da Janis |
Um do argumentos é que tem muitos pela rua precisando. Mas... se for assim, por que tantas pessoas engravidam? Tem tanta criança precisando... acho que isso é extremista, pegar um cachorro que não tem noção se crescerá, ou um adulto que não se sabe a procedência é uma cultura mais compleza do que a realidade alienada da nossa sociedade.
Adotei a Pérola e adotaria com ou sem a Janis, a diferença é que ela ficaria sozinha e se chamaria Janis! ^^
Por isso acho que é importante saber suas limitações para adotar ou comprar. Os cães e gatos são importantes em muita coisa em nosso desenvolvimento, mas está na hora de assumirmos a responsabilidade sobre eles e não apenas se abster de responsabilidade pelo fato de eles "gostarem", "insistirem", "agredirem", etc.
Digo isso devido ao fato de que se fôssemos assim co nossos filhos, não estaríamos aqui. Temos que ser responsáveis e educadores até mesmo para nossos animais.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Pérola e a ostra, latindo e rodando!
Pessoal, hoje eu estou preparando minha mudança, e por isso acho que pude ouvir a Pérola Latindo, e quando subi para a lavanderia ela ficou latindo e rodando, não sei o que queria dizer, pois estava com a Janis no colo.
Noite passada, quando abri o portão para o André entrar ela tentou (e quase conseguiu) escapar, aí peguei ela no colo de espanto, ela aceitou, não me mordeu. Deve estar pensando: "quem são estes gentis e estranhos estranhos?", não duvido que esteja esperando o pior.
Para acompanharmos a recuperação de peso e outras coisas que venhamos a saber, vou postando as fotos. Estas eu acabei de tirar.
Noite passada, quando abri o portão para o André entrar ela tentou (e quase conseguiu) escapar, aí peguei ela no colo de espanto, ela aceitou, não me mordeu. Deve estar pensando: "quem são estes gentis e estranhos estranhos?", não duvido que esteja esperando o pior.
Para acompanharmos a recuperação de peso e outras coisas que venhamos a saber, vou postando as fotos. Estas eu acabei de tirar.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Pérola e a ostra, como tudo começou
Em 24/2/2014 consegui resgatar uma cadelinha em quem estava de olho desde muito tempo. Vou contar a sua história aqui e pretendo fazer uma espécie de diário da adoção. A intenção é a de conscientizar às pessoas sobre a adoção e a responsabilidade das pessoas, sejam elas as que adotam ou as que agem como a ostra agiu para minha nova cadelinha, minha família está feliz por ter aumentado.Eu me mudei para o JD da Conquista em 2011, e para ir à Av Sapopemba ou para a casa da minha mãe fazia o caminho por dentro do Carrãozinho, junto ao meu marido - mas eu não faço esse caminho sozinha, costumo fazer pela Ragueb. - e algumas vezes tive a oportunidade de observar uma cadelinha pretinha com as pontas das patinhas brancas, assim como a ponta do focinho.
Ela ficava sempre em frente à mesma casa, quando o portão ficava fechado. Se estava aberto eu nunca a via. Passei a observar. Talvez ela escapasse e qdo voltava para a casa o portão estava fechado e ela ficava esperando para seus donos negligentes a botarem para dentro. Pura imaginação, não conhecia ninguém por ali para perguntar, só observava. Ela não perambulava pela rua nem nada, só por ali ou não a encontrava.
Foram meses observando-a, até que vi uma garota de uns oito anos batendo em sua cabeça. ela não reagia, só ficou ali. Não pude parar para perguntar, pois meu marido dirigia e tínhamos compromisso. Como a vizinhança reagiria ao ver uma estranha repreendendo uma criança da comunidade deles? Preferi observar mais. Depois de um bom tempo vi outra cena de maus tratos de uma outra garota, agora com mais de 12 anos, jogando pedras nela, e ela fugindo com o rabo entre as pernas, sem reagir de outra maneira. Meu coração se cortou. Falei ao meu marido sobre a nova informação: a cadelinha devia ser de rua ou não deveria estar com aquela família. Então eu desejava adotá-la.Ele consentiu e passamos a pensar em como pegá-la para levar para casa. Somos motociclistas, "e se ela mordesse?", "e se ela fugisse?", "e se ela se debatesse e caísse de meu colo na moto?"...
Fomos pensando por volta de um ou dois meses, e num dia, voltando da escola nova - agora voltava por ali devido ao trânsito na Ragueb - peguei uma senhora alimentando-a, de carro. Logo parei e conversei com ela, que me informou que ela e mais uma amiga cuidam de 40 cães na rua, fora os onze que ela tem em casa. Elas castram e alimentam como podem, e a minha Pérola já fora castrada. Disse de minha intenção de adotá-la e da dificuldade que eu teria em levá-la e pedi para que a D. Vera a levasse para mim, e ela aceitou. Vou tentar retribuir este carinho ajudando como puder, assim que terminar minha mudança. A Pérola vai ter um novo endereço, dez quilômetros distante do lugar em que ela não passava de um grão de areia incomodando uma ostra terrível que a abandonara.
A escolha por ficar ali era da cadela e a dona da casa que tinha as duas crianças simplesmente dizia "Não gosto de cachorro, ainda mais preto.", isso já demonstra que esta ostra está apodrecida e perpetuando uma cultura de abandono, onde as crianças aprendem a ser preconceituosas e a se desfazer de forma agressiva daquilo que a incomoda. Essa mãe não sabe o quanto essa criação pode trazer o preconceito contra idosos e deficientes, doentes... o mau retorna!A Pérola está muito suja (ainda) e magra que dá para ver os ossos, respirando de forma ofegante e teve diarreia de nervoso. São já 2 dias em casa e já me reconhece, mas com certos limites. Postarei mais dados para o segundo capítulo desta saga de amor, falando sobre o nome que escolhi e talvez mais fotos, se eu conseguir.
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